Ainda sou aquele outro mesmo eu, num eterno recriar, construção de um segundo no futuro que foge para alem do agora. Eterno recriar? Será possível o não ser? O questionar me mostra que sim, ao transformar-me, quando desconfiado de mim mesmo , descubro que estar enganado é uma possibilidade que o segundo no futuro me cria. Na possibilidade reside o não ser que ira me constituir, como a quem que na alma sempre busca na eternidade do agora, seu recriar. Nessa Al-uma-possabilidade ainda sou aquele outro mesmo eu.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
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